É uma tecnologia de transmissão de sinais de
televisão, que proporcionará gratuitamente ao telespectador melhor qualidade de
imagens e sons e uma série de novos benefícios, tais como ver televisão quando
em deslocamento e interagir com os programas que estão sendo apresentados.
O que muda com as transmissões digitais?
Com as transmissões
digitais, a televisão terá uma imagem sem fantasmas ou chuviscos, nítida, com
som comparável ao de um CD e imagem que se copara a um filme em DVD.
Esquema
de transmissão
“O
final das transmissões analógicas terminarão em 2016”Atenção!!!
Para você receber o sinal digital, terá
que ter uma antena e conversor igual ao
da figura
a seguir ligado a sua TV.
Exemplo
de um conversor (set-top boxes)
A
maioria das TV’s, já
estão sendo fabricadas com conversores interno!!!
O
que a TV digital possibilitará?
•Haverá a possibilidade de assistir TV
dentro de carros (ou ônibus, trens, barcos etc) em
movimento, sem que a imagem ou o som falhe. Poder-se-á também assistir em
celulares, PDAs, PALMs, Notebooks, Lap tops
etc.
•Múltiplos Programas – A emissora poderá
transmitir vários programas ao mesmo tempo ficando assim a escolha do
telespectador qual deles vai assistir.
•Interatividade – As emissoras poderão
também disponibilizar ao telespectador informações adicionais sobre a
programação, tais como dados sobre os atores do filme sendo apresentado, resumo
do que aconteceu na novela até o capítulo anterior, notas sobre o time que está
jogando etc. Para ver essas informações adicionais, o telespectador interagirá
com seu conversor digital ou com seu televisor já integrado.
Mas
para que tudo isso ocorra!!!
Em
cada um dos conversores (set-top boxes) ou televisores terá que ter o ginga
instalado, pois é ele que fica responsável por dar toda essa
interatividade prometida pela TV Digital.
Exemplo
do ginga em ação
O que é o Ginga?
Nome escolhido para o middleware do Sistema
Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) .
Em fim é uma camada de software intermediária, entre o sistema operacional e as aplicações ou seja uma maquina virtual quase igual a JVM.
Ele tem duas funções principais: uma é tornar as aplicações independentes do sistema
Em fim é uma camada de software intermediária, entre o sistema operacional e as aplicações ou seja uma maquina virtual quase igual a JVM.
Ele tem duas funções principais: uma é tornar as aplicações independentes do sistema
operacional
e da plataforma de hardware utilizados. A outra é oferecer um melhor suporte ao desenvolvimento
de aplicações. Ou seja, o Ginga será o responsável por dar suporte à
interatividade.
O Ginga é constituído por um conjunto de
tecnologias padronizadas e inovações brasileiras Que o tornam a especificação
de middleware mais avançada do mundo atualmente e a melhor solução para os
requisitos do país. O Ginga é o resultado de vários anos de pesquisas
realizadas pela Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela
Universidade Federal da Paraíba(UFPB).
O sistema é subdividido em três subsistemas principais interligados
(Ginga-CC, Ginga-NCL e Ginga-J), que permitem o desenvolvimento de aplicações
seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das
funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma será mais
adequado do que o outro.
O Ginga-CC
(Ginga Common-Core) oferece o suporte básico para os outros ambientes de
maneira que suas principais funções sejam para tratar da exibição de vários
objetos de mídia, como JPEG, MPEG-4, MP3, GIF, entre outros formatos. O
Ginga-CC fornece também o controle do plano gráfico e controla o acesso ao
Canal de Retorno, módulo responsável por controlar o acesso à camada de rede.
O Ginga-J
(Java)
foi desenvolvido pela UFPB para prover uma infra-estrutura de
execução de aplicações baseadas na linguagem Java, com facilidades
especificamente voltadas para o ambiente de TV digital.
O Ginga-NCL (Nested Context Language) foi
desenvolvido pela PUC-Rio com o objetivo de prover uma infra-estrutura de
apresentação para aplicações declarativas escritas na linguagem, que é uma
aplicação XML com facilidades para a especificação de aspectos de
interatividade, sincronismo espaço-temporal entre objetos de mídia,
adaptabilidade, suporte a múltiplos dispositivos e suporte à produção ao vivo
de programas interativos não-lineares. Para facilitar o desenvolvimento de
aplicações Ginga-NCL, a PUC-Rio criou também a ferramenta Composer, um ambiente
de autoria voltado para a criação de programas NCL para TV digital interativa.
Nessa ferramenta, as abstrações são definidas em diversos tipos de visões que
permitem simular um tipo específico de edição (estrutural, temporal, layout e
textual).
Fonte:
http://www.dtv.org.br
POSTER APRESENTADO
Trabalho apresentado no ano de 2010
Verifique aqui se em sua cidade já está disponível o sinal digital.



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